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26/04/2017

Lojas virtuais vendem mais que as tradicionais e aproveitam a crise para aumentar as vendas


Em 2016 as vendas do comércio tradicional no Brasil recuaram 6,2%, segundo informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A maior queda da série histórica, criada em 2001. No mesmo período as vendas do e-Commerce fecharam com faturamento de R$ 44,4 bilhões, crescimento de 7,4% se comparado aos R$ 41,3 bilhões registrados em 2015. As lojas virtuais tiveram 106,3 milhões de pedidos, e alta no tíquete médio de 8% na comparação entre os períodos, passando de R$ 388 para R$ 452. Os dados constam no relatório anual pela Ebit, empresa referência em informações sobre o varejo eletrônico nacional.

Os hábitos de compra estão mudando em todo o mundo, e isto não é diferente aqui, apesar de toda a crise o setor mostrou-se forte e mantendo um excelente crescimento.

As famílias estão enxugando as despesas, sendo necessário repensar a forma de comprar e a internet tornou-se uma aliada poderosa, com isso no último ano o número de consumidores aumentou 21% na comparação com 2015.

O número de usuários de internet também está crescendo. Com expectativa de 151 milhões em 2021, conforme um estudo realizado pelo instituto de pesquisa Forrester encomendado pela Google. Segundo este mesmo levantamento nos próximos anos o e-commerce terá um crescimento de 12,4% ao ano, começando já em 2017.

Muitas lojas tradicionais já estão apostando na internet, investindo em tecnologia para terem sites compatíveis com dispositivos móveis, como smartphones, que concentraram 21,5% das transações em 2016, ante 12,5% do ano anterior.

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Fonte: EXAME.com

17/04/2017

8 dicas para incentivar compras online recorrentes


Na loja física o cliente precisa se deslocar até o local da compra e, despois, é necessário voltar para consumir novamente. Já no virtual, as marcas é que precisam ir até o cliente.

Nas lojas físicas, como o próprio nome indica, o cliente precisa se deslocar até o local da compra e, quando gosta, é necessário voltar até a loja para consumir novamente. Já no mundo virtual, as marcas é que precisam ir até o cliente, sempre. Elas devem se preocupar diariamente em estar presente no dia a dia do possível consumidor. Nesse ponto, acaba saindo um pouco mais caro para o empreendedor online, pois para ter êxito em suas ações de marketing é bem indicado fazer uso de boas ferramentas e mão de obra altamente capacitada.

Então, para tentar otimizar os recursos, invista em estratégias de engajamento e fidelização. Considerando as mais eficazes, selecionei oito dicas para incentivar os clientes a comprarem novamente em seu e-commerce:

1. Aposte em ferramentas
Buscadores, e-mail marketing e comparadores de preço trazem informações relevantes a respeito do comportamento e perfil dos seus consumidores, como idade, sexo, estado, últimos itens comprados, valor médio da compra e origem da visita. Para obter mais detalhes a respeito dos clientes é interessante também contar com campanhas de marketing de recompra, o que aumenta a conversão de sua loja.

2. Envie e-mail marketing personalizado
Ele continua sendo o canal mais rentável de comunicação com clientes. Siga as práticas do mercado e invista na qualidade do HTML para atrair mais consumidores até seu site.

3. Tenha novidades
Busque novos produtos para agregar à loja e favorecer o processo de recompra. Oferecer serviços adicionais, como garantia estendida, instalação de produtos, manutenção e reparação são outras formas de aumentar a taxa de compra.

4. Dê opções de contato
Ofereça mais de um canal de comunicação com seus consumidores, considerando sempre as preferências de cada um para receber informações (e-mail, redes sociais e/ou mensagens via celular).

5. Siga no modo automático
Invista em tecnologia e automatize as campanhas. Se o orçamento estiver apertado, é possível controlar usando uma planilha no Excel, por exemplo. Vale a pena!

6. Analise
Ferramentas para o acompanhamento de resultados, como o Google Analytics, não podem faltar durante todo o processo. É muito importante mensurar e acompanhar os resultados das campanhas de recompra para apurar informações a respeito do comportamento do consumidor no site e ajustar as estratégias.

7. Encante
Invista em páginas específicas para suas campanhas, diferenciando layouts e dando destaque aos produtos ofertados como recompra. Fotos, vídeos e informações adicionais tornam as ofertas mais atrativas para os consumidores.

8. Vá direto ao que interessa
Quando falamos de recompra, o cliente sempre quer ir direto ao ponto. Então, simplifique. Evite tirar o foco com banners ou outras ofertas e exclua opções de saída da página.

Por: Welington Souza
Fonte: Mundo do Marketing

15/04/2017

Preços do e-commerce continuam em queda, aponta Índice FIPE Buscapé


Os preços do comércio eletrônico registraram deflação de 2,36% em março, na comparação com o mesmo período de 2016, aponta o Índice FIPE Buscapé. Trata-se do quarto mês seguido de deflação, após uma série de 21 meses de preços em alta. Em relação a fevereiro de 2017, os preços registraram queda de 0,76%.

Entre as 147 categorias monitoradas pelo índice, 94 delas registraram aumento de preços em março, na comparação com o mesmo período do ano passado. A deflação, porém, foi impulsionada pela expressiva baixa nos preços de celulares e smartphones, que foi de 12%.

"As categorias mais desejadas no Dia do Consumidor, celebrado no dia 15 de março, foram as que apresentaram maior retração, por conta dos descontos oferecidos pelos varejistas. Além dos celulares e smartphones, os produtos de Fotografia (-5,43%), Informática (-3,04%) e eletrônicos (-2,09%) também registraram quedas expressivas de preço", explicou Sandoval Martins, CEO do Buscapé.

Segundo a empresa, a cesta de produtos do e-commerce tende a ser deflacionária em condições ideais de mercado por conta de sua composição e características. A comparação é feita sempre dos mesmos produtos, que tendem a custar menos com a disseminação da tecnologia, lançamento de um produto superior na mesma categoria ou troca de coleção e mostruário.

A inflação dos preços gerais, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) foi de 4,57% nos últimos 12 meses terminados em março, o que mostra que os preços do comércio eletrônico tiveram variação de -6,6% em relação aos preços gerais da economia.

COMO FUNCIONA: O Índice de Preços FIPE Buscapé acompanha os preços de produtos oferecidos no comércio eletrônico brasileiro desde 2011. São considerados cerca de 41 mil produtos únicos, que representam aproximadamente 80% das compras por meio deste canal. O índice é calculado com base em mais de 3 milhões de preços mensais, extraídos da plataforma do Buscapé, e em pesos derivados de pesquisa anual com cerca de 3,6 milhões de e-consumidores, realizada pela Ebit, empresa referência em informações sobre o e-commerce do país. Os dados também estão disponíveis no site da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE).

Fonte: IDGNOW!

05/04/2017

E-commerce pelo WhatsApp: Botão de pagamento está próximo de chegar


O Facebook, começará a testar um novo recurso de compras através do WhatsApp na Índia. Para isso, a companhia está em busca de algum líder global em transações bancárias para poder fechar o negócio. Ainda não há mais detalhes sobre o funcionamento da novidade, provavelmente irá haver um botão específico para adquirir os produtos diretamente do mensageiro.

A iniciativa de começar a ação na índia é uma excelente sacada, já que o país é o maior mercado do aplicativo, somando mais de 200 milhões de usuários ativos. No mundo, o WhatsApp já conta com mais de 1 bilhão. Os pagamentos deverão acontecer diretamente no app, já que a ideia é facilitar as pessoas e também beneficiar as pequenas empresas que comercializam produtos e serviços no WhastApp.

A expectativa é que a novidade chegue aos usuários indianos em até dez meses. “A Índia é um mercado importante para o WhatsApp, e nós estamos entendendo como podemos contribuir para a visão da Digital India", comentou um porta-voz do WhatsApp para Reuters. "Estamos explorando como poderemos trabalhar com companhias que compartilham essa visão e escutam de maneira próxima o feedback de usuários".

No Brasil, muitas empresas usam o WhatsApp como meio de comunicação entre a empresa e seus clientes. Já percebendo deste mercado, será mais que bem-vinda esta atualização que possibilitará aos pequenos negócios fomentar dinheiro e clientes pelo mensageiro.

Depois de funcionando, vai ser um problemão se alguns juízes proibirem o uso do mensageiro.

Por: Rafaela Pozzebom
Fonte: Oficina da Net

20/03/2017

Ele olha estilo da pessoa no Face, manda roupa para casa e cliente escolhe


O advogado Alexandre Abrahão, 26, viu nas pessoas que não têm tempo ou não gostam de sair para comprar roupas, uma oportunidade de negócio. Ele criou um site com o serviço de personal stylist (consultoria de moda) e venda de roupa, sapato, acessório e cosmético em domicílio. E, no ano passado, faturou R$ 345 mil.

O e-commerce iniciou suas atividades em outubro de 2013, em São Paulo, com o nome Upperman por ser direcionado exclusivamente a homens. Em março de 2015, o nome mudou para Upperbag e a empresa passou a atender também mulheres. Hoje o serviço já se estendeu para crianças e o consumidor plus size.

Loja vende roupa, sapato, acessório e cosmético
Atualmente o site tem 3.000 clientes cadastrados, que fazem compras esporadicamente. A empresa, que faturou R$ 345 mil no ano passado, espera chegar a R$ 900 mil em 2017. "Estamos começando a ficar conhecidos", diz o empresário. O valor das compras gira entre R$ 300 e R$ 350. A empresa não revela o lucro do negócio.

As peças mais vendidos são as de vestuário básico. Para homens, camisa polo (preço varia de R$ 69 a R$ 249) e calça de sarja (de R$ 149 a R$ 199). Para mulheres, blusas (de R$ 39 a R$ 349). O item mais barato do site é um lenço removedor de maquiagem (R$ 9,90). O mais caro é um blazer do estilista Alexandre Herchcovitch (R$ 790).

Abrahão diz que manda, em média, 30 itens entre sapatos, roupas, acessórios e cosméticos para o cliente. A maioria é devolvida para a empresa sem nenhum custo. O site tem cerca de 5.000 produtos de 60 marcas. "É muito difícil alguém gostar de tudo. Eles compram alguns itens e devolvem o restante. Apenas uma mulher ficou com todos os itens."

Personal visita Facebook de cliente para ver estilo
Para usar o serviço da Upperbag, o consumidor precisa fazer um cadastro no site. Lá ele vai responder a um questionário para identificar o seu estilo para se vestir. Depois disso, um personal entrará em contato pelo WhatsApp para buscar mais informações sobre o cliente e, por último, o profissional acessará o seu Facebook para observar o seu estilo.

"Muitas vezes, quando o cliente responde ao questionário, ele imagina a pessoa que ele quer ser e não quem ele é realmente. E isso pode fazer com que ele não goste dos produtos que vamos enviar. Com o acesso ao Facebook, pretendemos buscar uma imagem real dele para trabalharmos em cima."

O site atende consumidores dos Estados de São Paulo, Santa Catarina, Paraná e Minas Gerais, além das capitais Porto Alegre (RS) e Brasília (DF). Para as entregas na cidade de São Paulo e na região metropolitana, não há cobrança de frete. Nos demais locais, o preço varia entre R$ 49 e R$ 99. "O valor é revertido em crédito e pode ser usado em uma compra futura."

Negócio visa paparicar o cliente
Para Luis Stockler, consultor especializado em varejo da BaStockler, a empresa atua com um tipo de serviço que acrescenta benefícios ao cliente. "É um serviço que vai além da loja. Eles oferecem comodidade no atendimento e paparicam o cliente para efetuar a venda."

O especialista afirma, no entanto, que é preciso conhecer muito bem o cliente para não enviar produtos de que ele não goste. "Se o cliente não gostar de nenhum produto que receber mais de uma vez, ele pode se irritar e não comprar mais. Além disso, a empresa estará gastando frete sem ganhar nada em cima."

Onde encontrar: Upperbag - http://www.upperbag.com.br

Por: Márcia Rodrigues
Fonte: UOL Economia